quarta-feira, 27 de março de 2013

Câmara da Capital vai discutir políticas públicas para o Autismo e denúncias contra a Energisa

Uma audiência pública e uma sessão especial estão na pauta da semana das sessões extraordinárias da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) para o período de 1º a 5 de abril, de acordo com a “Agenda da Semana”, distribuída pelo Setor de Cerimonial da Casa nesta quarta-feira (27). Os eventos acontecem no plenário Senador Humberto Lucena.
 
Na terça-feira (2), às 15h, os vereadores Eliza Virgínia (PSDB) e Raoni Mendes (PDT), em audiência pública, vão discutir políticas públicas sobre o Autismo.
 
Autismo é uma síndrome comportamental que causa comprometimentos no relacionamento e interação com outras pessoas, na linguagem, e apresenta comportamentos restritos e repetitivos, ou seja, um transtorno global do desenvolvimento marcado por três características fundamentais: inabilidade para interagir socialmente; dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos; e padrão de comportamento restritivo e repetitivo. Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar.
 
Dia Mundial do Autismo
 
Todo dia 2 de abril comemora-se o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, data decretada pela Organização das Nações Unidas (ONU), desde 2008, pedindo mais atenção ao transtorno do espectro autista (nome "oficial" do autismo), cuja incidência em crianças é mais comum e maior do que a soma dos casos de AIDS, câncer e diabetes juntos. No Brasil estima-se que existam dois milhões de autistas, mais da metade ainda sem diagnóstico.
 
Caso Energisa

Às 10h da quinta-feira (4), durante sessão especial, o presidente Durval Ferreira (PP) e a vereadora Raíssa Lacerda (PSD) vão “discutir e analisar as graves denúncias feitas contra a distribuidora de energia elétrica da Paraíba – Energisa.

Na manhã do último dia 12, durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), a vereadora Raíssa Lacerda trouxe um funcionário da Energisa que formalizou uma denúncia de que a empresa vem “produzindo” desvios de energia para extorquir multas de elevados valores dos consumidores pessoenses. A vereadora ainda apresentou um vídeo no qual o funcionário, Sidney Sandrinni demonstrou como são realizados os “gatos” fictícios com a utilização do “fio preto”. O vídeo ainda continha dois depoimentos de consumidores, moradores de áreas carentes da cidade.

Raissa Lacerda lembrou que, durante a sessão, os vereadores Fernando Milanez (PMDB) e Marco Antônio (PPS) relataram que viveram situação semelhante às apresentadas no vídeo. Ela mais uma vez conclamou o Ministério Público (MP), e pessoalmente os procuradores Gualberto Bezerra e Eduardo Varandas, e o promotor Roberto Bezerra, para tomarem providências sobre a denúncia apresentada.

Ainda durante essa sessão ordinária a vereadora falou de outra bandeira do seu mandato que pretende proibir a troca dos relógios de energia elétrica atuais das residências por relógios digitais. De acordo com ela, as contas dos consumidores que tiveram seus medidores trocados aumentaram. Ela enfatizou que desde o primeiro dia do seu primeiro mandato, no início de 2009, vem travando uma luta aguerrida com a Energisa para evitar aumentos exorbitantes.
 
CMJP

Primeira Semana Santa para um Papa que já conquistou seus fiéis

Em sua primeira Semana Santa como Papa, Francisco terá mais uma oportunidade de mostrar sua proximidade com os fiéis a partir desta quinta-feira (28) até domingo (31), participando do lava-pés em uma prisão romana à benção "Urbi et Orbi".

A multidão, tradicionalmente numerosa no Vaticano nesta que é uma das mais importantes celebrações da vida cristã, deverá ser ainda maior este ano, atraída pelo novo Papa que já conquistou seus fiéis com gestos espontâneos e estilo simples que marcaram as primeiras semanas de seu pontificado.

Francisco surpreenderá já na quinta-feira: o tradicional "lava-pés" em ocasião da Quinta-feira Santa não será celebrado na Basílica se São João de Latrão, mas em um centro de detenção para menores em Casal del Marmo, na periferia de Roma.
Sinal da importância que o Papa jesuíta dá à proximidade com os mais marginalizados, Francisco celebrará a missa, lavará os pés e se reunirá com uma dezena de jovens detidos. Com este gesto, o Papa lembra o de Jesus, que lavou os pés de seus discípulos em sinal de humildade.

O ex-arcebispo de Buenos Aires, Jorge Bergoglio já tinha o hábito de celebrar este momento em uma prisão, hospital ou hospício para os pobres e marginalizados.
Em uma coletiva de imprensa, o porta-voz da Santa Sé, o padre Lombardi, não especificou se o Papa lavará os pés de jovens mulheres. Lavar os pés de mulheres, o que já foi feito pelo cardeal Bergoglio em Buenos Aires, pode ser mal interpretado pelos tradicionalistas.

Segundo a "vontade expressa" de Francisco, a cerimônia será "extremamente simples" e a missa não será exibida ao vivo.
Na mesma manhã, na Basílica de São Pedro, celebrará a missa crismal para centenas de padres. Será uma oportunidade para firmar os objetivos de seu pontificado. No ano passado, Bento XVI fez declarações sobre as divisões internas na Igreja durante esta mesma missa.

Outro momento significativo da Semana pascal, na sexta-feira, Francisco, após recitar no início da tarde a Paixão de Cristo na basílica do Vaticano, presidirá à noite a "Via Crucis" no Coliseu.

Enquanto que, no ano passado, Bento XVI, muito cansado e sentando no anfiteatro, ouvia as meditações de um casal italiano sobre os problemas da família contemporânea, Jorge Bergoglio deve participar da procissão.

Ele poderá carregar a cruz de madeira por pelo menos uma das 14 estações do percurso que representa o Calvário em Jerusalém, da condenação à morte de Jesus.
Antes mesmo de sua renúncia, as meditações foram encomendadas por Bento XVI ao Patriarca Maronita libanês Bechara Rai, que pediu a dois jovens libaneses para escrevê-las.

Essa é uma forma de ressaltar o drama do Oriente Médio, com a guerra na Síria, a difícil coexistência entre muçulmanos e cristãos, a ascensão do Islamismo e a fuga de muitos cristãos para o Ocidente.

Essas meditações devem se concentrar na defesa da vida, ameaçada por intolerância, guerras, opressão, mas também, de acordo com a Igreja, pelas leis (aborto e eutanásia) que não defendem de forma suficiente os direitos dos mais fracos. Essas concepções são defendidas por Francisco.

Sábado, Francisco continuará sua maratona desgastante com a Vigília Pascal, que celebra na noite de Páscoa a Ressurreição de Jesus. Um momento solene, pontuado por ritos milenares como as bênçãos da água e do fogo. Também é tradição que o Papa batize muitos adultos.

Domingo, dia das grandes multidões na Praça São Pedro, Francisco celebrará a missa de Páscoa antes de realizar da varanda central da basílica a bênção "Urbi et Orbi" ("à cidade e ao mundo").

No ano passado, o Papa Bento XVI desejou boa Páscoa em 65 línguas, do aramaico, língua falada por Jesus, ao kirundi, língua do Burundi.

Fonte: AFP

Em entrevista, jornalista paraibana rebate críticas

      
Jornalista paraibana rebate críticas e diz que não é apenas uma leitora de teleprompter

Há quase dois anos como âncora do "SBT Brasil", a jornalista Rachel Sheherazade, de 39 anos, divide opiniões ao comentar temas polêmicos como religião e política. Um dos comentários mais provocantes da paraibana – que ganhou notoriedade ao criticar o Carnaval de seu Estado natal – aconteceu recentemente, quando ela defendeu a manutenção do deputado e pastor Marco Feliciano na presidência de Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara.

Nesta segunda-feira (25), Keila Jimenez, da coluna Outro Canal, afirmou que um grupo de funcionários do SBT, incluindo artistas, está indignado com alguns comentários feitos por Rachel no "SBT Brasil". Segundo a colunista, eles estão organizando um abaixo-assinado batizado de "Rachel não nos representa", que será encaminhado à direção do canal. Em entrevista ao portal UOL, a apresentadora disse desconhecer a existência do abaixo-assinado. "Bem, nem eu nem a direção de jornalismo sabemos nada a respeito da existência de um abaixo-assinado", explicou.

Rachel argumentou que jamais poderia representar grupo algum dentro do SBT. "Não tenho procuração para isso. Nem quero ter. É bom lembrar que não fui contratada para repercutir a opinião de artistas, funcionários ou diretores do SBT. Nem para estar em consonância com eles. Não fui admitida nem mesmo para reverberar a opinião do dono da emissora. Muito pelo contrário", acrescentou.

Rachel falou sobre sua postura e disse que não é "apenas uma leitora de teleprompter" [equipamento acoplado às câmeras de filmar que exibe o texto a ser lido pelo apresentador]. A jornalista afirmou que quando foi convidada para trabalhar na emissora de Silvio Santos, pediram-lhe, simplesmente, que emitisse suas próprias opiniões, falasse o que quisesse, com total liberdade.

Leia, abaixo, a entrevista completa com a jornalista

UOL – Você é conhecida por emitir opiniões a respeito de temas polêmicos, como religião e política. Já existiu alguma restrição ou recomendação por parte da emissora a respeito do seu jeito de se expressar?

Rachel – Ao ser convidada para fazer parte do SBT, pediram-me, simplesmente, que emitisse minhas próprias opiniões. Falasse sobre o que quisesse, com total liberdade. Portanto, a única coisa que faço é usar esse privilégio da liberdade de expressão todos os dias. Se fosse pautar meus comentários pela aprovação da maioria não teria opinião própria, seria uma marionete de outros interesses. Isso não sou.

Você já sentiu alguma insatisfação por parte dos artistas e/ou da direção do SBT?

Nunca senti qualquer insatisfação por parte da direção nem dos artistas da emissora. Cada um tem seu papel: os artistas entretêm, os diretores dirigem. Sou jornalista e comentarista. Apresento o "SBT Brasil" e emito minhas opiniões. Não há qualquer ingerência entre áreas.

Já sofreu alguma represália por causa dos seus comentários?

Represália nunca sofri. Mas os comentários com maior repercussão sempre geram aplausos apaixonados e críticas inflamadas. Faz parte do meu trabalho. Não sou apenas uma leitora de teleprompter. Analiso os fatos, dou opinião, me exponho, dou a cara a tapa todos os dias. Se conquisto muitos com minha coragem e franqueza, também incomodo outros. Não tem como fugir disso, a não ser ficando em cima do muro. Mas quem não se posiciona não tem opinião. Não é o meu caso.

Você já se arrependeu de algo que tenha dito?

Nunca me arrependi de nada que tenha dito na TV. Até porque não sou uma pessoa leviana. Penso e pondero muito antes de emitir minhas opiniões. Apesar de não ter me arrependido de nenhum comentário, sei que posso mudar de opinião futuramente. Quem sabe? Um bom contra-argumento me conquista e pode, sim, me fazer mudar de ideia. Mas, até agora, sigo firme nas minhas convicções.

O que você escuta das pessoas nas ruas sobre sua postura?

Ouço de tudo: de positivo e negativo. Mas, sejam farpas ou elogios, a crítica está sempre me ajudando a crescer como profissional. Algumas pessoas não entendem o sentido do espaço opinião. Criticam minha suposta falta de "imparcialidade", como se uma opinião pessoal não tivesse que ser parcial. Outros dizem que o bom âncora é aquele que não se posiciona, que limita-se a seu papel de ler o teleprompter. Mas, felizmente, a maioria aprova e apoia minha opinião no jornalismo. Dizem que sou a porta voz dos que não têm vez. Defendem que meus comentários, apesar de não serem unânimes, fazem o telespectador pensar a notícia, debater os fatos, sair da inércia e tomar posições. Fico feliz quando me dizem que inspiro estudantes e que mudei o jeito de fazer jornalismo na TV. Devo dizer que não sou precursora do jornalismo opinativo e que, antes de mim, outros colegas (Boris Casoy, Arnaldo Jabor, Reinaldo Azevedo, J.R. Guzzo, Joseval Peixoto, entre outros) abriram o espaço para esse jornalismo vivo e apaixonante que posso praticar hoje.

UOL
            

Concurso da ALPB terá fiscalização do MP, PF e OAB

O Concurso Público para o provimento de cargos na Assembleia Legislativa da Paraíba vai contar com a fiscalização do Ministério Público, da Polícia Federal e da Ordem dos Advogados do Brasil. A Comissão Organizadora do certame também vai manter, em conjunto com os três órgãos, o controle dos locais de provas antes e durante a aplicação do exame, no próximo dia 7 de abril.

As provas serão realizadas em 22 locais em João Pessoa e Cabedelo, nos horários da manhã e tarde, conforme o cargo pretendido pelos candidatos e estabelecido em edital. Os cartões de inscrição, constando o local e horário da prova, já estão sendo enviados aos candidatos, e estes deverão receber até a próxima quinta-feira (4) e a informação será disponibilizada no site da Fundação Carlos Chagas (concursosfcc.com.br).

Foram inscritos 29.616 candidatos para as 110 vagas oferecidas pelo certame. Os salários variam de R$ 1.213,38 a R$ 11 mil. Segundo a Fundação Carlos Chagas, responsável pela organização e aplicação das provas, a maior concorrência é para o cargo de Procurador (Ensino Superior), que teve 715 inscritos para apenas uma vaga. Em seguida vem o de Assessor Técnico Legislativo (Ensino Médio Completo) com 364,8 candidatos por cada uma das 16 vagas e cuja remuneração é de R$ 1.449,30.

Ao cargo de Assistente Legislativo (Ensino Fundamental II Completo), que oferece 71 postos, a concorrência ficou em 281,7 por vaga. Já para o cargo de Analista Legislativo (Ensino Superior Completo), são 204 candidatos para cada uma das duas vagas ofertadas. No cargo de Consultor Legislativo (Ensino Superior Completo), são 132,7 candidatos por cada uma das 20 vagas oferecidas.

Para todos os cargos, a prova constará de questões objetivas de múltipla escolha, com cinco alternativas. Para os cargos de Consultor, Analista e Assessor Técnico Legislativo haverá prova de Redação. Para o cargo de Assistente Legislativo será necessário o teste de digitação.


ALPB




segunda-feira, 25 de março de 2013

CCJ aprova 10 projetos de lei e derruba 4 vetos



A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou 10 Projetos de Lei Ordinária, uma Medida Provisória e um Projeto de Lei Complementar. Quatro vetos encaminhados pelo governador da Paraíba foram rejeitados pelos deputados presentes na reunião.
A Medida Provisória aprovada foi encaminhada pelo Executivo e institui o abono natalino para as pessoas beneficiárias do Programa Bolsa Família. Os parlamentares integrantes da CCJ apreciaram e votaram ao todo 40 matérias entre Medidas Provisórias, Vetos, Emendas e Projetos de Lei Ordinária e Complementar.
ALPB

CCP convida sociedade a enviar sugestões de projetos para a CMJP



A Comissão de Constituição Participativa (CCP) se reuniu, na tarde desta segunda-feira (25), e definiu as instituições da sociedade civil que serão visitadas para apresentar os objetivos da Comissão e oferecer seus serviços. Estiveram presentes o presidente da CCP, vereador Marco Antônio (PPS), e os vereadores Eliza Virgínia (PSDB) e Santino (PT do B). Como não havia processos a serem deliberados, foi dispensada a verificação de quórum.

Os vereadores entraram em consenso no sentido de apresentar a Comissão, visitando universidades públicas e particulares, igrejas, conselhos de classes e outras entidades organizadas da sociedade civil que funcionam no município, dispondo-se a receber sugestões de projetos, requerimentos e indicações de obras. “A Comissão se reúne justamente para receber a demanda dessas associações e analisá-las”, esclareceu o vereador Marco Antônio.

Também ficou agendada para o dia 22 de abril uma reunião da CCP com representantes do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), para que sejam apresentadas sugestões de matérias para tramitação na Comissão. “Achamos esse diálogo muito importante, porque a Universidade é um verdadeiro criadouro dessas matérias”, salientou Marco Antônio.

De acordo com o Regimento Interno da CMJP, compete à Comissão de Constituição Participativa “acolher e analisar sugestões de iniciativa legislativa apresentadas por associações e órgãos de classe, sindicatos e entidades organizadas da sociedade civil, exceto partidos políticos”, bem como “acolher e analisar pareceres técnicos, exposições e propostas oriundas de entidades científicas e culturais e de quaisquer das entidades mencionadas no inciso anterior”.

“Esse é mais um canal de democracia para que a população veja seus projetos realizados pelo Poder Legislativo”, defendeu a vereadora Eliza Virgínia.
Também são membros da CCP os vereadores João Almeida (PMDB), Helton Renê (PP), Djanilson (PPS), Benilton Lucena (PT), Lucas de Brito (DEM) e Luís Flávio (PSDB).

CMJP

PBPrev disponibiliza contracheque em caixas eletrônicos do Banco do Brasil



Servidores pensionistas e inativos do Governo do Estado têm uma nova forma de receber seu contracheque: nos terminais de autoatendimento do Banco do Brasil. A Paraíba Previdência (PBPrev), ao assumir o processamento da folha de pagamento destes servidores, viabilizou o aprimoramento de alguns serviços, dentre eles a impressão de contracheque em terminais bancários. 

“O servidor pensionista e inativo terá direito a um contracheque por mês, de forma gratuita, e poderá tirá-lo de qualquer caixa eletrônico do Banco do Brasil no país”, disse o presidente da PBPrev, Hélio Carneiro.  A medida irá beneficiar, sobretudo, os servidores do interior e aqueles com dificuldade de acesso à internet. Nos terminais de autoatendimento, a primeira via do contracheque no mês será gratuita; a partir da segunda emissão, o serviço será tarifado pelo Banco. Mesmo com o novo serviço, o informe com os salários vai continuar sendo acessado pela internet no Portal do Servidor (disponível em http://www.paraiba.pb.gov.br). 

Além do serviço online e via caixa eletrônico, o presidente adiantou que a PBPrev continuará emitindo contracheques - que são entregues presencialmente ao servidor e não a terceiros. “O novo serviço facilita aos segurados que não têm acesso ao computador e para que não necessitem vir até a PBPrev para receber seu contracheque”, explicou. 

A gerente previdenciária Danielle Torrião observou que o órgão é responsável por informar as senhas aos servidores aposentados e pensionistas, porém, muitos servidores já tiveram problemas com roubos de senhas e uso indevido de informações, especialmente para empréstimos não autorizados. “O problema com a cessão de senhas ocorre, principalmente, com servidores de cidades do interior que nos contatam por telefone. Conseguimos confirmar alguns dados, no entanto, procuramos ter mais controle do serviço e deixá-lo mais seguro”, comentou.

Apesar de a Paraíba Previdência ter mais quatro agências fora da capital – em Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira e Patos – a principal procura, mesmo de servidores do interior, ainda é via agência de João Pessoa. Para mais informações, os servidores podem entrar em contato com a PBPrev pelo telefone (83) 2107-1100. 
Confira abaixo os passos para imprimir seu contracheque nos Terminais de Autoatendimento do Banco do Brasil.

Em máquinas com sistema antigo:
Passo 01: Insira o cartão
Passo 02: Opção Extrato
Passo 03: Opção Outras Opções
Passo 04: Opção BB Contracheque
Passo 05: Informar Matrícula com o dígito e sem traço
Passo 05: Informar mês desejado

Em máquinas com sistema novo:
Passo 01: Insira o cartão
Passo 02: Opção Extrato
Passo 03: Opção Outros extratos
Passo 04: Opção BB Contracheque
Passo 05: Informar Matrícula com o dígito e sem traço
Passo 05: Informar o mês desejado

Secom/PB