quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Agosto é marcado por fortes ventos no Litoral e amplitude térmica no Cariri



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Nebulosidade variável com possibilidade de precipitação intercalado por períodos sem chuvas é a previsão para Litoral, Brejo e Agreste nesta quinta-feira (13). Haverá apenas variação de nuvens no Cariri/Curimataú, Sertão e Alto Sertão, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).
Reiterando o que a população sente e comenta no mês de agosto, a meteorologista Marle Bandeira explica que as configurações atmosféricas e oceânicas desta época do ano mostram ventos mais intensos em baixos níveis em direção à faixa leste, uma característica de todo o litoral nordestino. Para esta quinta-feira, a previsão da velocidade média dos ventos em João Pessoa é de 12.6 km/h ou sete nós, com rajadas de vento que podem chegar a 27.7 km/h ou 15 nós.
Desde julho, também vem sendo comum a amplitude térmica, especialmente no Cariri/Curimataú, onde mais uma vez a mínima será de 15ºC e máxima de 30ºC. Os termômetros variam entre 22ºC e 29ºC no Litoral; entre 17ºC e 25ºC no Brejo; entre 18ºC e 27ºC no Agreste; entre 21ºC e 34ºC no Sertão e 20ºC e 33ºC no Alto Sertão.
Secom/PB

Governo discute com entidades políticas públicas para o homem do campo



O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido (Seafds), reuniu, na manhã desta terça-feira (11), no Centro de Formação de Educadores, no Bairro das Malvinas, em Campina Grande, representantes dos movimentos sociais ligados à agricultura familiar, a fim de discutir as demandas das entidades e apresentar o balanço de ações em prol do homem do campo.

Representantes da CUT, Associação dos Amigos da Universidade Camponesa (AAUC), Fetraf-PB, MPA, Polo Sindical, ASPTA/ASA, Coletivo ASA Cariri Oriental (Casaco), Copaf, STR de Barra de Santana, BNB, Núcleos de Extensão em Desenvolvimento Territorial (Nedet do Seridó e Curimataú) solicitaram o apoio do Governo do Estado para que o agricultor possa produzir de forma eficaz e que consiga gerar renda com o trabalho no campo.

Para o secretário da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento do Semiárido, Lenildo Morais, esse foi um momento importante para ouvir os representantes e definir as diretrizes em benefício dos agricultores. “Esse é o momento de ouvi-los e saber quais as prioridades para avançarmos nas ações em prol da melhoria da vida do homem do campo”, destacou.

Durante o encontro, foram apresentadas algumas das ações da Seafds, a exemplo do Pacto Social para a construção de 2 mil barragens subterrâneas; aquisição de mil placas para a produção de Energia Solar junto às associações dos agricultores familiares, ação essa que conta com o apoio do BNDES e custará cerca de R$ 8 milhões.

A Seafds informou ainda que apresentou ao Fundo Amazônia o projeto para Cadastro Ambiental Rural (CAR) dos agricultores paraibanos; e está implementando um programa de verticalização da agricultura familiar junto ao CNPQ, bem como vem desenvolvendo uma ação para a produção de sementes crioulas, além da recuperação de 55 pequenos reservatórios.  

Ednaldo Souto, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), parabenizou a iniciativa do Governo do Estado em promover esse encontro que antecede o Planejamento Estratégico que a Seafds vai realizar no município de Areia de 12 a 14 deste mês, pois foram debatidos temas importantes como a assistência técnica rural, a valorização da agricultura familiar e o acesso dos agricultores familiares às políticas públicas do Governo do Estado numa pauta conjunta de ações e reivindicações.

Além dos representantes, participaram da mesa de honra da reunião a secretária executiva da Agricultura Familiar da Paraíba, Mali Trevas, e o gerente de projetos da Seafds, Geovani Medeiros.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Maranhão diz que renuncia de Dilma pode piorar situação do país



O senador José Maranhão (PMDB-PB) em entrevista a uma rádio em João Pessoa nesta segunda-feira, 10, falou sobre a crise política e econômica que o Brasil atravessa; da relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional e das denúncias de corrupção que assola o governo e os partidos políticos. Para o peemedebista, as crises política e econômica estão relacionadas entre si e a celeridade do judiciário em julgar os casos de corrupção advindos da Operação Lavajato pode ser um passo importante para dissolução desta crise.
Maranhão acredita que uma resposta rápida da justiça no julgamento e condenação dos envolvidos na Operação Lavajato pode ajudar a abreviar os efeitos da crise. O senador também acredita que uma renúncia ou um impecheament da presidente Dilma Rousseff (PT), como vem sendo cogitado, pode piorar a situação do país.
José Maranhão afirmou ainda que um dos principais motivos para a instabilidade que o governo federal atravessa é a forma como a presidente se relaciona com o Congresso Nacional. Segundo ele, falta habilidade política a presidente e a sua assessoria política para uma convivência harmoniosa entre os Poderes Executivo e Legislativo. “Na história recente da política nacional não há um presidente que manteve uma relação conflituosa com o Congresso que tenha ido bem”, lembrou.
O senador lembrou que a crise entre o Planalto e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-PB), teve início desde a eleição da Mesa Diretoria, quando o PT, com apoio do Planalto, lançou um candidato para competir com Cunha, quando haveria um acordo para que o PMDB ficasse com a presidência da Câmara.
Apesar de criticar a relação do Governo Federal para com o Congresso, Maranhão fez questão de ressaltar que as posições mais radicais do presidente Eduardo Cunha, não encontram respaldo no partido, que segue dando sustentação ao governo e ressaltou que 42 deputados do Partido dos Trabalhadores votaram em matérias que aumentam os gastos do governo coma máquina.
Além da celeridade da justiça, outro ponto que segundo o senador José Maranhão poderia contribuir para o governo enfrentar a crise política, seria a celeridade no tocante a obras estruturantes do governo e citou a Integração de Bacias do Rio São Francisco (Transposição) como exemplo de obra que poderia ter melhorado a imagem do governo no Nordeste, se já tivesse sido concluída.

Assessoria do Senador

Deputada Estela Bezerra debate políticas públicas para a juventude



A deputada estadual Estela Bezerra (PSB) realiza nesta quarta-feira (12) uma audiência pública para debater as políticas públicas para a juventude no estado da Paraíba. O evento acontece a partir das 14h30 no Plenário José Mariz da Assembleia Legislativa da Paraíba.

Para a deputada, o debate se faz necessário no atual contexto político e social do país. "Discutir o tema significa analisar os problemas enfrentados pela juventude e buscar soluções através de políticas públicas, o que não é possível se o entendimento do que é juventude for superficial e fruto do senso comum", afirma. 

"Todas as iniciativas de debate sobre o tema devem começar definindo o conceito de juventude, afirmando o jovem enquanto sujeito de direitos e superando uma visão negativa, onde o jovem é sempre suspeito, ou um risco para a sociedade e para si mesmo", disse a deputada.

Participam da audiência organizações não governamentais que atuam no trabalho direto com jovens e adolescentes, entidades estudantis, gestores municipais e estaduais, parlamentares e comunidade em geral. Na ocasião, a secretária estadual de juventude Priscila Estevão realiza uma palestra com o tema "Avanços e desafios na Política Pública para a Juventude".

Fonte:  Assessoria da parlamentar

Doenças de inverno: Atendimentos aumentam até 35% no Hospital Arlinda Marques



A mudança das estações climáticas favorece as doenças sazonais, aquelas que ocorrem mais em determinadas estações do ano. No período de chuvas, que vai de abril a agosto no Nordeste, há um acréscimo no número de atendimentos nos prontos atendimentos e ambulatórios. No Complexo de Pediatria Arlinda Marques, que integra a rede hospitalar do Estado, a procura por estes serviços aumenta em até 35% nesta época.
A primeira coisa que devemos ter certeza é que o calendário vacinal da criança esteja atualizado, prevenindo doenças que podem ter sua imunidade através das vacinas”, alerta o diretor técnico do Complexo, pediatra Fabiano Oliveira de Alexandria.
Ele explica que no Arlinda Marques, em dias normais, são atendidas cerca de 120 crianças por dia, o que corresponde a 3,6 mil atendimentos ao mês, mas no período de chuvas esses números podem chegar a 200 atendimentos em um dia e cerca de 5 mil em um mês. Do total de atendimentos, 65% são de doenças respiratórias.
Ainda segundo o médico, no período chuvoso aumenta muito a incidência de viroses respiratórias, doenças do aparelho digestivo, doenças de pele como larva migrans, piodermites e micoses e situações externas como desidratação decorrente de doenças diarréicas. “As viroses mais comuns e frequentes são as que precisam de contato, como resfriado ou gripe, bronquiolites, conjuntivites, dentre outras”, afirma o pediatra.
No entanto, Fabiano de Alexandria deixa claro que isso não deve ser motivo para cancelamento de férias ou outras programações, mas alguns cuidados adicionais devem ser tomados neste período específico, como evitar aglomerações de pessoas quando a criança é muito pequena (menor que seis meses), estar em dia com as vacinas habituais, ingerir bastante líquido e suco de frutas, alimentação variada e adequada para a idade, andar calçado, lavar sempre as mãos antes de ingerir alimentos, tomar banhos nas horas certas e monitorar a forma que as crianças maiores fazem sua própria higienização. “São dicas simples, mas importantes em nosso dia a dia”, destaca o médico.
Ele explica que a complexidade de atendimento do Arlinda Marques faz com que, cada vez  mais, a clientela da unidade saúde seja composta de pacientes graves, “o que nos faz apelar para que casos mais simples como resfriados e febre, em seus primeiros episódios, sejam preferencialmente atendidos  primeiro nos Postos de Saúde da Família (PSFs), nas Unidades de Pronto Atendimento  (Upas), Cais ou outras unidades de saúde que atendam crianças’, afirma Fabiano de Alexandria.
 Secom/PB